Mamão papaia - Foto: Melissa Becker

Do supermercado: mamão papaia e cassis

Não é sempre que vejo mamão papaia nos supermercados da Inglaterra. Mas, no final de semana passado, ao fazer as compras da semana, a pequena seção de frutas tropicais do Asda, supermercado perto da minha casa, exibia pacotinhos com pares de papaia…

Fotos: Melissa Becker
Fotos: Melissa Becker

E as frutas vieram do Brasil! Continue reading Do supermercado: mamão papaia e cassis

3 coisas boas da semana

Na toca do coelho com Alice no País das Maravilhas, nova coleção da The White Company e produtividade nesta semana corrida.

Alice no País das Maravilhas

Comecei a ler Alice no País das Maravilhas antes de ir dormir nesta semana. Isso para amenizar um pouco os assuntos mais sérios que tenho acompanhado no Netflix (episódios finais da segunda temporada de Narcos, com muito sangue) e em livro no caminho do trabalho (Webs of Influence, sobre persuasão online, que inspirou esse post da semana).

Alice no País das Maravilhas: edição da Barnes & Noble
Fotos: Melissa Becker

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Porção individual

Acha estranho que, nos pubs ingleses, a porção de batata-frita é individual, ao invés daquelas grandes porções que a gente costuma dividir no happy hour no Brasil?

Ou que sua amiga britânica faça uma curta viagem de trem para visitar a família só a cada três meses, enquanto você conversa com sua mãe todos os dias por Skype por horas?

Essa é apenas uma das muitas diferenças culturais entre o Brasil e o Reino Unido – e, claro, um dos choques pelos quais passamos quando nos mudamos para cá.

Enquanto os brasileiros valorizam mais estar em família, em um grupo de amigos, na cultura britânica, prevalece a autonomia, a independência. Continue reading Porção individual

3 coisas boas da semana

Viajar sem sair do lugar: à Colômbia com a segunda temporada de Narcos, à Holanda pelas páginas de Moça com Brinco de Pérola e aos Estados Unidos com Buffalo & Rye, no centro de Birmingham.

Segunda temporada de Narcos, no Netflix

Fiquei muito feliz quando soube que a segunda temporada de Narcos estaria disponível no Netflix no início deste mês (para vocês terem uma ideia, eu assinei Netflix por causa de Narcos). Mas só foi nesta semana que pude começar a assistir.

Sem querer dar spoilers, depois de assistir a cinco episódios, dá para dizer que o ritmo da história foi mantido – se não estiver ainda mais rápido. Resolvi pular o recap da primeira temporada, e me senti meio perdida, porque a sequência conta a história exatamente de onde a anterior parou: Pablo Escobar caminhando na mata enquanto escapa da prisão.

Narcos ainda tem muita história para contar além de Pablo Escobar. Começou com o personagem certo, mas não deve parar ao narrar a morte dele. Quem sabe, seguir a narrativa do agente americano Steve Murphy (interpretado por Boyd Holbrook), que eu não tenho ideia do que realmente fez na vida real depois da morte do traficante colombiano, mas imagino que deve ter se envolvido em mais algumas caçadas.

 

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Cocktails no Bourne and Co., bar no estilo speakesy em Birmingham - Fotos: Melissa Becker

Bourne and Co.: um bar no estilo “speakeasy”

Um dos muitos bares a abrirem recentemente em Birmingham, o Bourne and Co. fica próximo ao Mailbox e traz uma proposta diferente para a cidade.

Cocktails no Bourne and Co., bar no estilo speakesy em Birmingham - Fotos: Melissa Becker
Acapulco Daiquiri, com rum cubano – Fotos: Melissa Becker

É o primeiro bar de cocktails em Birmingham no estilo speakeasy de Nova York e tem como tema a Lei Seca que vigorou nos Estados Unidos nas décadas de 20 e 30.

Esse excelente post do blog brasileiro Mixology News explica como foi a era da Proibição americana e suas consequências.

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No Bourne and Co., o estilo speakeasy está destilado nos cocktails, tentando trazer de volta “a arte do bartending“, como promete o website. Continue reading Bourne and Co.: um bar no estilo “speakeasy”

Barber Institute: arte na universidade

Apesar de o prédio em art deco não ter a mesma imponência da Birmingham Art Gallery, acho a coleção do The Barber Institute of Fine Arts, na Universidade de Birmingham, mais interessante.

É um museu de arte pequeno, mas concentra poucos e bons. Se a Birmingham Art Gallery exalta os talentos locais, é no campus da universidade que se encontra exemplares de obras dos maiores artistas mundiais, como Monet, Magritte, Picasso e Degas.

Como não se pode fotografar as obras de arte, uso a conta do museu no Instagram para compartilhar algumas belezas que vi por lá.

The Blue Bower, de Rossetti, é considerada uma das peças mais bonitas em exibição:

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3 coisas boas da semana

Uma semana com perfume de América dos anos 30 graças ao novo filme de Woody Allen, Café Society, e evento no bar Bourne & Co..

 

Café Society

Quando a atmosfera do cinema combina com o filme: fomos ver o novo filme de Woody Allen, claro, no The Electric, o cinema mais antigo do Reino Unido ainda em funcionamento, em Birmingham.

Depois de uma série de filmes em cidades europeias (que me converteram a fã, não fanática, do diretor americano), Woody Allen volta a ter os Estados Unidos dos anos 30 como cenário em Café Society, dividindo a história entre o glamour de Hollywood e de sua cidade-natal, Nova York.

Não é das histórias mais interessantes dele, mas é mais um filme divertido e inteligente. Para mim, isso já basta para ir ao cinema ver mais um de Woody Allen.

 

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Itaimbezinho

cambara (640x434)No último dia de trilha na região gaúcha dos Campos de Cima da Serra, fomos ao Cânion Itaimbezinho.

Para os menos acostumados a caminhadas, esse é o cânion mais indicado para visitação. Não é necessário andar muito para chegar à beira do precipício e admirar paisagens incríveis.

Cânion Itaimbezinho - Foto: Melissa Becker
Rio do Boi, ao fundo do cânion – Fotos: Melissa Becker

Os paredões do Itaimbezinho chegam a 720 metros de altura.

É a parte do Parque Nacional dos Aparados da Serra com melhor estrutura – o que não quer dizer que é a mais adequada. O centro de visitantes tem banheiro, espaço para exposição e mesas para piquenique, mas nem sempre são suficientes para o número de pessoas em dias de feriadão, por exemplo.

Nas trilhas, há cestas para lixo, mirante e cerca de proteção (o que não tem no Cânion Fortaleza, por exemplo).

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Turismo de aventura na Trilha do Rio do Boi

praiagrandesc (640x433)No segundo dia de caminhadas da viagem,  pegamos o carro rumo à Santa Catarina para a Trilha do Rio do Boi.

No município de Praia Grande, fica a entrada do Parque Nacional dos Aparados da Serra pela qual se acessa o rio que corta o fundo dos paredões do Itaimbezinho.

Do interior do cânion, tem-se uma visão da grandiosidade do lugar de outro ângulo.

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Cânion Fortaleza, Cambará do Sul - Foto: Melissa Becker

Percorrendo as trilhas do Cânion Fortaleza

cambara (640x434)A primeira trilha que fizemos em Cambará do Sul foi no Cânion Fortaleza, localizado no Parque Nacional da Serra Geral, na divisa dos estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina.

Era o que eu mais queria conhecer… e ainda quero, porque havia tanta neblina que não pude ter a visão panorâmica que gostaria. Mesmo assim, adorei o passeio.

Cânion Fortaleza, Cambará do Sul - Foto: Melissa Becker
Caminhos pela borda do Fortaleza em meio à neblina que sobe do cânion – Fotos: Melissa Becker

Do centro da cidade até o cânion, são 23 quilômetros – sendo que apenas 13 quilômetros são asfaltados. Muita gente não aguenta o balanço do carro no chão batido e passa mal. Estávamos em um grupo, e houve quem tivesse tomado remédio para enjoo antes de embarcar. Foi tranquilo para a gente.

(Minha principal lembrança da estrada foi que vimos uma caranguejeira atravessando a faixa!)

A falta de estrutura não se limita às estradas, nem é exclusividade deste parque. Na entrada para o Cânion Fortaleza, há uma casa para os guardas que controlam o número de visitantes. Além disso, não há banheiro, ou cestas de lixo.

A manhã é o turno preferido para a trilha, por causa das nuvens. Eu fui em maio, mas dizem que o inverno é a melhor época para se visitar, porque a possibilidade de névoa é bem menor.

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