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Hygge: o conceito dinamarquês de viver bem

Hygge vai me ajudar a atravessar esse inverno na Inglaterra.

Tento encontrar distrações para amenizar os dias mais escuros e frios daqui. Já fiz kit inverno kit claridade, comprei caneca que ajuda a colocar tudo em perspectiva

Mas a solução (ou tentativa) deste ano é The Little Book of Hygge: The Danish Way to Live Well, de Meik Wiking (editora Penguin Life) – em tradução livre, O Pequeno Livro de Hygge: O Jeito Dinamarquês de Viver Bem (ainda não lançado no Brasil).

O autor, Meik Wiking,  é diretor do Instituto de Pesquisa sobre Felicidade, baseado em Copenhagen – e hygge tem ligação com os níveis de felicidade da Dinamarca.

Fiz algumas fotos de páginas ilustradas do livro para vocês terem uma ideia melhor desse estilo de vida.

 

Mas o que é hygge?

O termo provém de uma palavra norueguesa que significa “bem-estar”, mas foi apropriada pelos vizinhos dinamarqueses.

Aconchego é a palavra portuguesa mais próxima de uma tradução, mas ela, sozinha, não captura tudo o que o conceito inclui. Leia mais Hygge: o conceito dinamarquês de viver bem

3 coisas boas da semana

Viajar sem sair do lugar: à Colômbia com a segunda temporada de Narcos, à Holanda pelas páginas de Moça com Brinco de Pérola e aos Estados Unidos com Buffalo & Rye, no centro de Birmingham.

Segunda temporada de Narcos, no Netflix

Fiquei muito feliz quando soube que a segunda temporada de Narcos estaria disponível no Netflix no início deste mês (para vocês terem uma ideia, eu assinei Netflix por causa de Narcos). Mas só foi nesta semana que pude começar a assistir.

Sem querer dar spoilers, depois de assistir a cinco episódios, dá para dizer que o ritmo da história foi mantido – se não estiver ainda mais rápido. Resolvi pular o recap da primeira temporada, e me senti meio perdida, porque a sequência conta a história exatamente de onde a anterior parou: Pablo Escobar caminhando na mata enquanto escapa da prisão.

Narcos ainda tem muita história para contar além de Pablo Escobar. Começou com o personagem certo, mas não deve parar ao narrar a morte dele. Quem sabe, seguir a narrativa do agente americano Steve Murphy (interpretado por Boyd Holbrook), que eu não tenho ideia do que realmente fez na vida real depois da morte do traficante colombiano, mas imagino que deve ter se envolvido em mais algumas caçadas.

 

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3 coisas boas da semana

(Always look on the bright side – mesmo quando se passa uma semana sem celular)

 

1) The Danish Girl (no Brasil, A Garota Dinamarquesa), no The Electric. Com quatro indicações ao Oscar – melhor ator para Eddie Redmayne, atriz coadjuvante para Alicia Vikander, figurino e designer de produção -, conta a história do pintor dinamarquês Einar Wegener, pioneiro da cirurgia de mudança de sexo, em sua transição para Lili Elbe. O resumo para as telas deixou de fora certos pontos da história real, segundo essa matéria no The Telegraph. O filme leva mais tempo enfocando a transformação da protagonista, e a sensação é que, no final, tem que pular certos fatos importantes para concluir a história. Mesmo assim, a performance dos dois atores é ótima, as cenas da Dinamarca são lindas e a passagem do tempo entre as décadas de 20 e 30 – mostrada em roupas e ambientes – é encantadora.

 

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3 coisas boas da semana

(Always trying to see the bright side of life in an ordinary week…)

 

1) Deutschland’83. O Channel 4 tem uma nova “coleção” de seriados estrangeiros, começando com a exibição desse drama sobre um guarda da Alemanha Oriental que é mandado como espião para o lado ocidental em 1983. Tem uma boa análise dos dois primeiros episódios exibidos neste link, que menciona similaridade com o excelente filme Adeus, Lênin!. Apesar de as histórias serem diferentes, o que me fascina nos dois casos é o choque de quem sempre viveu no Leste em contato com o moderno oeste do país. Perdi o primeiro episódio de Deutschland’83, mas achei o segundo muito bom.

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3 coisas boas da semana

(Em uma semana de resfriado graças à mudança de temperatura)

1) Sei que cheguei tarde à festa – como dizem por aqui -, mas nesta semana comecei a ver a série Narcos, do Netflix (aliás, a verdade é que só assinei Netflix agora!). Se já faz diferença ver uma cara brasileira em algum filme ou programa que eu possa ver com o meu marido (isto é, em inglês ou com legendas), é ainda melhor que essa cara seja do talentoso Wagner Moura. Excelente série sobre um período em um local da América Latina do qual conhecemos bem os nomes dos envolvidos (tenho lembrança de notícias sobre Pablo Escobar no Jornal Nacional), mas que talvez muitos (incluindo eu) não sabem muitos detalhes que os levaram às manchetes. Vontade de reler Notícia de um Sequestro, de Gabriel García Márquez, assim que terminar de assistir a todos os episódios – recomendo a quem quiser saber mais sobre os raptos na Colômbia.

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3 coisas boas da semana

1) Jantinha no The Church, no encerramento de um trabalho. Já falei muitas e muitas vezes sobre esse pub no blog, mas peço licença para ser repetitiva porque finalmente provei o famoso Soul Food Fried Chicken, com mac’n’cheese e folhas verdes com presunto (celebrado inclusive por crítico de Londres). É realmente muito bom: evito fritura, mas esse é bem sequinho e saboroso. Estávamos em seis e dividimos as entradas: fried pickles (sim, pepino em conserva frito!), nachos, Bajan Fish Cakes e Hush Puppies (meu preferido, uma simples mistura de milho, maizena e especiarias, frita como bolinhos). Para beber, minha escolha foi o The Big Easy, um dos cocktails de cachaça da casa (eles misturam Velho Barreiro e Germana, com xarope de chá verde, licor de gengibre e sucos de maçã e de limão).

The Big Easy e Soul Food Fried Chicken no The Church Inn - Fotos: Melissa Becker
The Big Easy e Soul Food Fried Chicken no The Church Inn – Fotos: Melissa Becker

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Black Country Living Museum

dudleyUma das principais atrações da região de West Midlands, o Black Country Living Museum é um museu aberto, localizado em Dudley.

A ideia é representar a história desta área da Inglaterra, que foi forjada pela Revolução Industrial.

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A réplica de casas e negócios locais é tão bem feita que seguidamente serve de locação para gravações, como cenas da série Peaky Blinders, da BBC.

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3 coisas boas da semana

(Não foi uma semana fácil – ainda sentindo alguns sintomas relacionados à pancada na cabeça, com um resfriado e com a perda de uma querida ex-colega. O resto parece irrelevante neste contexto. Mesmo assim, para manter essa “nova tradição” do blog, decidi listar três coisas que provocaram um sorriso por esses dias.)

 

1) Birmingham Literature Festival, que termina neste sábado. O destaque foi a palestra de Steven Knight, criador da série Peaky Blinders (BBC2), com histórias fantásticas sobre Birmingham e grandes planos para a cidade. Como assistente de fotografia voluntária, cobri a palestra da escritora Louise Doughty sobre seu novo livro, Apple Tree Yard (parece agradar quem gosta de “drama de tribunal” e quem quer aprimorar sua escrita – ao menos, uma menina na plateia disse que o livro é um exemplo de como escrever bem. Fiquei doida para ler). Hoje, vou fotografar Soap City, sobre a produção de novelas em Birmingham, e Helen Dunmore, falando sobre seu novo livro, The Lie.

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A escritora Louise Doughty leu trecho de seu novo livro, “Apple Tree Yard”, em evento na nova biblioteca – Foto: Melissa Becker / Birmingham Literature Festival

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