Itaimbezinho

cambara (640x434)No último dia de trilha na região gaúcha dos Campos de Cima da Serra, fomos ao Cânion Itaimbezinho.

Para os menos acostumados a caminhadas, esse é o cânion mais indicado para visitação. Não é necessário andar muito para chegar à beira do precipício e admirar paisagens incríveis.

Cânion Itaimbezinho - Foto: Melissa Becker
Rio do Boi, ao fundo do cânion – Fotos: Melissa Becker

Os paredões do Itaimbezinho chegam a 720 metros de altura.

É a parte do Parque Nacional dos Aparados da Serra com melhor estrutura – o que não quer dizer que é a mais adequada. O centro de visitantes tem banheiro, espaço para exposição e mesas para piquenique, mas nem sempre são suficientes para o número de pessoas em dias de feriadão, por exemplo.

Nas trilhas, há cestas para lixo, mirante e cerca de proteção (o que não tem no Cânion Fortaleza, por exemplo).

 

As trilhas do Itaimbezinho: do Cotovelo e do Vértice

Dos três dias de trilhas que fizemos na região, esse foi o mais fácil. Foi bom ter sido no dia seguinte da mais puxada, a Trilha do Rio do Boi, porque a gente estava ainda cansado.

Trilha no Cânion Itaimbezinho - Foto: Melissa Becker

As trilhas são planas na maior parte, ou com pouca inclinação e/ou degraus em alguns pontos. A caminhada dura cerca de três horas, totalizando oito quilômetros de percurso, e há diversos mirantes pelo caminho.

Começamos pela Trilha do Cotovelo, que tem seis quilômetros (ida e volta). É onde fica  o mirante geral do cânion.

Cânion Itaimbezinho - Foto: Melissa Becker

Depois de um lanche pelo centro de visitantes, na volta do Cotovelo, seguimos pela Trilha do Vértice. Neste caminho ficam os pontos de observação para quedas-d’agua: a Cascata Véu de Noiva e a Cachoeira das Andorinhas.

Cânion Itaimbezinho - Foto: Melissa Becker

Essas trilhas são fáceis e podem ser percorridas sem guia, mesmo por aqueles que não têm experiência ou não conhecem o local.

Cânion Itaimbezinho - Foto: Melissa Becker

Apesar disso, optamos por fazer com guia por duas razões. O conhecimento dos guias locais enriquece a experiência, já que eles contam a história do parque, tiraram nossas dúvidas sobre os animais e as plantas que vimos no caminho e dão outras dicas. Além disso, após o almoço, a agência também nos levaria de volta a Porto Alegre.

Após uma rápida passagem pelo Parador Casa da Montanha (onde nos hospedamos) para pegar as malas, iniciamos nossa volta para Porto Alegre.

Foi a hora de deixar Cambará do Sul para trás, mas levar na memória imagens e experiências da beleza do Brasil.

Fiz o pacote de viagem – que incluiu o passeio ao Itaimbezinho com transfer e guia – com meu amigo Thiago Copetti, operador da Poltrona 1 Turismo, com o apoio da agência local Cânion Turismo.

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